por enquanto

Quinta-feira , 12 de Agosto de 2004

O caminho que procuro!

 

Lembro-me de uma vez, que estava na casa de um antigo amigo conversando… hoje em dia perdemos o contato, pois ele mudou de cidade (saudades daquele doido).

Estávamos na sala de sua casa na maior bagunça, rindo para o nada... derrepente ele sentou, olhou para mim e sério falou que queria me contar algo íntimo dele... tinha muita confiança em mim. Sentamos no sofá, ele começou a me contar, disse-me que estava gostando muito de uma menina... e que eles estavam juntos a um certo tempo, só que um dia antes da nossa conversa eles tinham terminado do nada... Como do nada? Tem que ter algum motivo! Falou-me que foi muito estranho e tal...

Meses depois ele tocou novamente no assunto, falou que ainda gostava muito dela e que não conseguia esquecê-la, a paixão que sentia por ela era algo muito forte... aquilo já tava ficando chato...(perdoe-me por não saber o que tu sentias naquele tempo). Eu com toda a minha loucura lhe disse para esquecer ela, que ela não era a única mulher do mundo e coisa e tal... Continuou me contando que depois deles terem terminado ainda passou um tempo convivendo com ela (faziam cursinho juntos). Ele sentia que ela ainda o desejava assim como ele... só que ele estava apaixonado por ela e ela não estava por ele... ela queria apenas curtir...ele falou que ela não queria se amarrar em ninguém tinha medo de gostar de alguém de verdade, ele concluiu dizendo que talvez ela nunca o quis como seu namorado e sim como seu amigo, ela queria sua amizade mais do que seus beijos... ele achou que ela nunca acreditou no que ele falava para ela... apesar dela dizer que ainda tinha vontade de estar com ele... eu ainda não entendo isso, como é que ela sentia vontade de estar com ele e não estava?

- Como eu posso ser amigo dela Rafael? Se estou apaixonado por ela, sei lá parece até brincadeira ou ela se faz de besta só para me machucar! Na verdade acho que eu a incomodava com tanta sinceridade!

Disse-lhe que eu não podia lhe responder sua pergunta, pois jamais tinha passado pelo o que ele estava passando, me senti impotente de não poder ajudá-lo, pois ele demonstrava mesmo que gostava dela.

Hoje sei o que ele estava sentindo, pois estou passando pelo mesmo problema que ele... é muito foda mesmo... Queria falar com esse cara-doido novamente para lhe responder a pergunta que ele me fez!

 

Aí vai a resposta meu velho:

- não podemos ser amigos delas, não existira amizade, nem confiança, e eu não serei seu amigo... Tudo porque te adoro, gosto muito de você e estou apaixonado!!!

 

Hoje tinha tudo para ser um dia especial para mim, faria exatos três meses que eu estaria com uma pessoal especial, a mais especial que conheci (quero que ela não leia este post, eu espero).

Varei a madrugada hoje... Passei por ruas escuras... a procura de alguém e só encontrei meu pensamento nela... Lembrei do dia 12/05 às 23:37, quando rolou o primeiro beijo... ninguém sabe ao certo quem atacou quem... mas que demorou, demorou... minha história é quase igual a do meu antigo amigo. Foi muito bom ainda não consegui esquecê-la. E vou demorar esquecer... penso nela toda hora, e não sei o que fazer, nem posso lutar por ela, não tenho forças para fazer com que ela goste de mim... queria não ter me apaixonado por ela...por favor, não exista...Sou um idiota... sinto um frio toda vez que penso nela... se ela soubesse que sou verdadeiro...

 

E ainda não encontrei o caminho do esquecimento...

 

 

#I Hati Myself and i want to die#

(tô brincando).


Escrito por Rafael às 15h12
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Segunda-feira , 09 de Agosto de 2004

 Um poema que acabei de fazer!

 

Sob a Chuva

 

Sob a chuva os olhos fixados na figura do abstrato azul do céu...

Sob a chuva o insano verso que sabia falar dos mistérios do sexo...

Sob a chuva o doer dos segredos perdidos da pureza da história...

Faz guardar um sereno nexo-falar...

Da invenção do gemer, do sorrir, e... do amar...

Sob a chuva ao acaso fazem fluir o movimento da sincronização de rostos cheios de medo...

Sob a chuva a séria lembrança de uma velha valsa...

Em um outono cinza e sério...

Num bosque em paradoxo com folhas...

Assim como a paixão se transforma com o tempo em amor...

Quem sabe logo depois não mais estarei...

Sob a chuva...

Estaremos sob um temporal...

Só para sentirmos o cheiro e o suave toque do abraço...

E para sempre ouvirmos o viver agora da canção do vento...

Quem sabe em felicidade...

E na eternidade...

#Rafael Amanajás#

 


Escrito por Rafael às 17h02
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Gosto muito desta música!

 

Vinte e Nove

(Legião Urbana)

 

Perdi vinte em vinte e nove amizades

Por conta de uma pedra em minhas mãos

Me embriaguei morrendo vinte e nove vezes

Estou aprendendo a viver sem você

(Já que você não me quer mais.).

 

Passei vinte e nove meses n'um navio

E vinte e nove dias na prisão

E aos vinte e nove, com retorno de saturno

Decidi começar a viver.

 

Quando você deixou de me amar

Aprendi a perdoar e a pedir perdão.

 

(E vinte nove anjos me saudaram

E tive vinte nove amigos outra vez).


Escrito por Rafael às 16h21
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